Killifish atrasa e altera obras do PAC
O Killifish, Notholebias minimus, é um dos motivos do atraso e alteração nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Rio de Janeiro, mais espeficificamente as obras do Arco Metropolitano, em Seropédica, na Região Metropolitano. A preservação da espécie que tem o habitat bastante restrito e se concentra na zona de Floresta que será cruzada pelas obras do Governo.
Os 77 quilômetros do arco tem uma interferência de 1,6% (cerca de 80 mil metros quadrados) em terrenos da floresta, e além do Notholebias minimus, outras espécies como a perereca Physalaemus soaresi também correm risco de desaparecer do mapa se as obras destruirem o meio-ambiente com as obras do Arco.

As autoridades responsáveis já estudam as medidas para diminuir todo e qualquer impacto das obras, apesar da área já estar sendo afetada. Uma das medidas de diminuição de impacto feitas pela Secretaria Estadual de Obras será a construção de uma cerca metálica protegendo os animais da obra. Durante as obras, segundo o subsecretário de Obras Vicente Loureiro, para diminuir os impactos ambientais nessas colônias, o terreno seria molhado para diminuir a quantidade de poeira.
“A área em questão já foi desmatada e já pagamos R$ 200 mil de indenização por ela. Acredito que essa seja a melhor solução para dar prosseguimento às obras e preservar as espécies. O manejo desses animais seria muito complicado e encareceria muito a logística da obra”, disse Loureiro.
Fonte: G1.com.br
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