Submarino não tripulado captura imagens de água-viva fantástica nas Fossas das Marianas
15 de maio de 2016 – 08:23 | Comente!

Parece um alienígena de filmes de ficção, mas é mais uma das descobertas do NOAA a bordo do navio Okeanos Explorer, controlando um submarino não-tripulado nas Fossa das Marianas.
A água-viva apareceu de repente na frente …

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Um gigante brasileiro re-descoberto

Publicado por @ 26 de abril de 2013 – 09:35Comente!

Um gigante brasileiro re-descoberto

Um dos peixes mais celebres da nossa ictiofauna e severamente ameaçado de extinção parece ter ganhado um novo capítulo em sua história evolutiva pelas mãos do Dr. Donald Stewart, que é professor de ictiologia na SUNY College of Enviromental Science and Forestry em Nova Iorque.

Uma monografia de 1829 esquecida por 145 anos parece revelar um segredo que ninguém imaginava, uma vez que sempre achou-se que a espécie Arapaima (Pirarucu) se resumia a Arapaima gigas.

De acordo com as descrições do artigo, pelo mnoes 5 outras espécies podem estar espalhadas entre o gênero, mas não se sabe ao certo se a descrita na monografia resistiu a ação predatória do homem ao longo desses 145 anos.

DoutorDonald
Copyright © Dr. Donald Stewart

De acordo com o Dr. Stewart, “Os cientistas sempre tiveram a impressão que o A. gigas era a única espécie, então não havia pressa para coletar novos espécimes. O tamanho dos peixes os torna de difícil manejo em campo e muito caros para abrigar em um museu.”

A espécie diferente foi nomeada como A. agassizii em 1847 por um biólogo francês, mas a alegação foi contestada por uma publicação mais famosa em 1868, o que levou a que nenhum questionamento fosse feito.

O fato mais incrível disso tudo é que um esqueleto dissecado de um peixe coletado no Brasil foi levado a Munique e desenhado em detalhes pelo biólogo Louis Agassiz, que hoje é a única referência científica da existência da espécie pelas notórias diferenciações de olhos, boca e nadadeiras. O esqueleto foi destruído por uma bomba na Segunda Guerra Mundial.

Por fim, o Dr. Stewart afirma que por mais que tenha sido uma surpresa, o evento pode ser considerado normal, uma vez que a Amazônia é muito vasta para ser explorada e muitos animais podem ter passado despercebido ao longo dos anos.

Fonte: PFK

 


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