Submarino não tripulado captura imagens de água-viva fantástica nas Fossas das Marianas
15 de maio de 2016 – 08:23 | Comente!

Parece um alienígena de filmes de ficção, mas é mais uma das descobertas do NOAA a bordo do navio Okeanos Explorer, controlando um submarino não-tripulado nas Fossa das Marianas.
A água-viva apareceu de repente na frente …

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Ministério da Pesca e Aquicultura lança consulta pública sobre riscos da Importação de camarões

Publicado por @ 20 de maio de 2013 – 16:351 Comentário

Ministério da Pesca e Aquicultura lança consulta pública sobre riscos da Importação de camarões

O Ministério da Pesca e Aquicultura foi criado em 2009 por uma sanção da Lei nº 11.958 pelo então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atendendo a um antigo desejo dos pescadores e aquicultores do país.

Já faz algum tempo que hobistas e criadores de camarões ornamentais contestam a proibição por parte dos orgãos reguladores (IBAMA) sobre a criação e importação de invertebrados para fins ornamentais, e ao mesmo tempo a Associação Brasileira dos Criadores de Camarão tenta barrar judicialmente uma autorização concedida pelo Ministério da Pesca e Aquicultura da importação de camarões da Argentina, uma medida que de acordo com a ABCC ameaça a carcinicultura brasileira e a fauna nativa do país pelo alto risco de contagio uma vez que cerca de 10% dos camarões argentinos sofrem de uma doença causada por um vírus conhecida como “mancha branca”, que não é contraída por humanos mas aumenta vertiginosamente a mortandade dos camarões em cativeiro. Existe também o Lobby por parte dos grandes criadores de camarão no Nordeste do País que procuram antes de mais nada evitar que o camarão para fins de consumo humano produzido na Ásia entrem no país com preços que custam alguns centavos o quilograma, uma vez liberada a entrada desse camarão, todo o negócio de fazendas de criação de camarão no Brasil estará com os dias contados.

Por outro lado, o secretário-executivo do Ministério da Pesca e Aquicultura, Átila Maia, garante não haver riscos de contaminação do camarão brasileiro pelo camarão selvagem argentino. Ele defende que a medida vai baratear o preço final do camarão para os brasileiros e deve ser exatamente esse o ponto mais temido por parte dos grandes carcinicultores brasileiros .

Dois pesos, duas medidas, quando a licença sanitária existe para o camarão selvagem argentino e não existe para o ornamental ou de corte vindo da Ásia e no caso dos ornamentais, presentes no país através de contrabandos ou de criadores que já possuiam matrizes antes da proibição. É também difícil afirmar sem um estudo ou comprovação científica que não há riscos de contaminação por parte dos camarões importados, como alega o Secretário-Executivo Átila Maia.

Partindo deste debate, o Ministério da Pesca e Aquicultura abre consulta pública para Análise de Risco de Importação do Camarão querendo ouvir opiniões de todos os interessados na cultura de camarões para que seja feita uma análise detalhada dos riscos e possibilidades dentro do País.

Segue o texto da nota oficial: “A fim de garantir maior transparência, o Ministério da Pesca e Aquicultura publicou nesta quinta-feira (16), a Portaria nº 32, retificada no dia 20 de maio, que submete à consulta pública a primeira etapa do processo de elaboração da Análise de Risco de Importação do Camarão (ARI) originários de aquicultura e/ou pesca extrativa, destinados ao consumo humano.

A consulta será realizada por um período de 30 dias. Qualquer pessoa ou entidade pode participar. A Análise de Risco é importante para avaliar o impacto da importação do pescado e outros produtos aquáticos em relação à sanidade da população animal aquática nacional. Essa metodologia baseia-se em princípios e recomendações internacionais determinados pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), da Organização Mundial do Comércio (OMC).

A Análise é constituída de quatro etapas: Identificação dos Perigos, Avaliação de Risco, Gestão de Risco e Comunicação de Risco. A segunda etapa, avaliação de risco, é dividida em quatro subetapas: avaliação de difusão, avaliação de exposição, avaliação de consequência e estimativa de risco.

A identificação de perigos, será finalizada somente após a análise de todos os documentos recebidos, no prazo estabelecido para a consulta pública. Depois então, será iniciada a etapa subsequente.

As sugestões deverão ser encaminhadas à Coordenação Geral de Sanidade Pesqueira sob o título “Consulta Pública”, por meio de fax, (61) 2023-3909; endereço eletrônico, sanidade@mpa.gov.br; ou via postal, Ministério da Pesca e Aquicultura – Secretaria de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura, Setor Bancário Sul, Quadra 2, Bloco J, Edifício Carlton Tower, 7º andar, CEP 70070-120 – Brasília – DF.”

Via: Alex Ribeiro no Grupo Shrimp Brasil no Facebook com revisão de texto por Minoru Nagayama.


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