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	<title>Aqualize - Aquarismo inovador e responsável. &#187; Fauna</title>
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	<description>Aquarismo inovador e responsável.</description>
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		<title>Mais animais marinhos documentados na Coréia do Sul!</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 13:48:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Aqualize</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Coréia do Sul]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Dando continuidade a <a href="http://www.aqualize.com.br/2010/09/crustaceos-ja-conhecidos-sao-novidades-na-fauna-marinha-da-coreia-do-sul/" target="_blank">entrada de ontem</a> sobre o mapeamento feito por um projeto do <a href="http://www.nibr.go.kr/english/" target="_blank">National Institute of Biological Resources</a>, organização Sul-Coreana fundada em Março de 2007 com o objetivo de coletar e mapear fauna e flora presentes na Península Coreana, mais dois novos animais foram apresentados. Um camarão transparente, ou camarão-vidro e um quase-microscópico caranguejo da espécie <em>Pilodius miersi</em>.</p>
<p>Os camarões-vidro tem hábitos noturnos e raramente são vistos, comenta o especialista Min-Ha do <a href="http://www.nibr.go.kr/english/" target="_blank">NIBR</a>. Essa característica explica porque o camarão já documentado em Hong-Kong e Japão só foi achado agora na Coréia do Sul, perto da Ilha Jeju-Do.</p>
<p><em>&#8220;Esses camarões transparentes são encontrados em outros seres vivos como anêmonas e pepinos do mar, e também em corais moles e duros,&#8221;</em> complementou Min-Ha.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/09/ghostkorea_aqualize.jpg" rel="lightbox[1806]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1807" title="ghostkorea_aqualize" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/09/ghostkorea_aqualize.jpg" alt="" width="560" height="374" /></a><em>O belo camarão-vidro que vive em anêmonas, pepinos-do-mar e corais.</em></p>
<p><span id="more-1806"></span>A outra espécie documentada pela primeira vez na Coréia do Sul é a <em>Pilodius miersi</em>. Encontrada posteriormente no Vietnã, Singapura, Filipinas, Japão e Austrália, esse invertebrado de 1cm faz parte da lista de 55 invertebrados que foram documentados pela primeira vez.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/09/caranguejo_aqualize.jpg" rel="lightbox[1806]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1808" title="caranguejo_aqualize" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/09/caranguejo_aqualize.jpg" alt="" width="560" height="392" /></a><em>O minúsculo Pilodus miersi de 1cm de comprimento.</em></p>
<p>Passados 4 anos, mais de 400 pesquisadores participaram da busca e documentação da vida selvagem da Coréia, catalogando mais de 3.500 novas espécies.</p>
<p>Fonte: NIBR, National Geographic.</p>
<img src="http://www.aqualize.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1806&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Melanotaenia parva em processo de extinção na Nova Guiné!</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 13:25:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Aqualize</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Melanotaenia parva]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Guiné]]></category>
		<category><![CDATA[Tilápia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Melanotaenia parva, peixe da família Melanotaeniidae, comum nos aquários ornamentais, corre um sério risco de extinção por perda de habitat e por conta de uma espécie invasora.
Descrita em 1990 na Península de Bird na ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Melanotaenia parva</em>, peixe da família <em>Melanotaeniidae</em>, comum nos aquários ornamentais, corre um sério risco de extinção por perda de habitat e por conta de uma <a href="http://www.sekaiscaping.com/2009/12/os-males-da-introducao-de-especies.html" target="_blank">espécie invasora</a>.</p>
<p>Descrita em 1990 na Península de Bird na Nova Guiné Ocidental pelo Dr. Geral Allen, o peixe ganhou popularidade dentro do hobby, mas desde que foi descrita já era notório que a água do lagos que são habitat da <em>Melanotaenia parva</em> já estavam diminuindo, juntamente com a vazão do Rio Yakati, concentrando as populações do peixe.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Parva_0910.jpg" rel="lightbox[1780]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1781" title="Parva_0910" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Parva_0910.jpg" alt="" width="565" height="375" /></a><em>Melanotaenia parva, espécie ameçada.</em> (Créditos: Boston Aquarium Society)</p>
<p><span id="more-1780"></span>Como se não fosse o bastante, uma <a href="http://www.sekaiscaping.com/2009/12/os-males-da-introducao-de-especies.html" target="_blank">espécie invasora</a> introduzida para fins de consumo, a conhecida e destrutiva <em>Oreochromis mossambicus</em>, popularmente conhecida com Tilápia, está consumindo os recursos e os peixes(e os próprios peixes!) sem dar chances para a espécie.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/09/oreochromis_mossambicus.jpg" rel="lightbox[1780]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1783" title="oreochromis_mossambicus" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/09/oreochromis_mossambicus.jpg" alt="" width="565" height="382" /></a><em>Oreochromis mossambicus, espécie invasora.</em> (Créditos: NPS)</p>
<p>A situação é drástica, uma vez que só resta aproximadamente 1 hectare de água no lago e o mesmo está infestado de tilápias, as Melanotaenias se tornaram raras, resumindo-se praticamente a poças estreitas separadas do lago.</p>
<p>Os cientistas reponsáveis pelos estudos já iniciaram um programa de conservação para tentar salvar as espécies ameçadas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.practicalfishkeeping.co.uk/content.php?sid=2846" target="_blank">PFK</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Melanotaenia_parva" target="_blank">Wikipedia</a>, <a href="http://www.sekaiscaping.com/2009/12/os-males-da-introducao-de-especies.html" target="_blank">Sekai Scaping</a>.</p>
<img src="http://www.aqualize.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1780&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Trochilocharax ornatus, ou Tetra Cristal Arco-íris!</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Aqualize</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caracídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Tetra]]></category>
		<category><![CDATA[Trochilocharax ornatus]]></category>

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		<description><![CDATA[O ictiologista Axel Zarske publicou a descrição da espécie Trochilocharax ornatus na última publicação do jornal Vertebrate Zoology.
Características como as escamas transparentes, duas nadadeiras dorsais sem junções e sete unidas e outros detalhes relativos a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ictiologista Axel Zarske publicou a descrição da espécie <em>Trochilocharax ornatus</em> na última publicação do jornal <em>Vertebrate Zoology</em>.</p>
<p>Características como as escamas transparentes, duas nadadeiras dorsais sem junções e sete unidas e outros detalhes relativos a nadadeira anal e aos dentes presentes na mandíbulas superiores e inferiores da espécies são utilizadas pelo pesquisador como identificadores.</p>
<p>O Tetra Cristal Arco-íris já figura nas importações européias a mais de 7 anos, porém a espécie era identificada erroneamente como Heterocharax e/ou Tyttocharax. Ele foi batizado como Tetra Cristal Arco-íris pelos importadores do ramo, na Alemanha ele também é conhecido como <em>Kolibrisalmler</em>, ou Tetra Beija-flor, referência as cores múltiplas distribuídas por todo o corpo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/09/beija_tetra.jpg" rel="lightbox[1675]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1676" title="beija_tetra" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/09/beija_tetra.jpg" alt="" width="565" height="375" /></a><em>Copyright © Oliver Lucanus/Belowwater.com</em></p>
<p><em><span id="more-1675"></span></em>Para informações completas sobre a descrição, consulte o artigo: <a href="http://www.vertebrate-zoology.de/vz60-2/01_Vertebrate_Zoology_60-2_Zarske.pdf" target="_blank">Zarske, A (2010) Der Kolibrisalmler – Trochilocharax ornatus gen. et spec. nov. – ein neuer Salmler aus Peru (Teleostei: Characiformes: Characidae). Vertebrate Zoology 60, pp. 75–98.</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.practicalfishkeeping.co.uk/">http://www.practicalfishkeeping.co.uk/</a></p>
<img src="http://www.aqualize.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1675&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Duas novas Rásboras são descritas no Sri Lanka!</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 13:52:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Aqualize</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rásboras]]></category>

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		<description><![CDATA[As rásboras são membros de um grupo de pequenos peixes da família Cyprinidae. Os peixes do gênero tal como as Boraras, Microrasboras, Rasbora e Trigonostigma compõe essa nomeclatura concentrada em Rásboras. O gênero Rásbora conta ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As rásboras são membros de um grupo de pequenos peixes da família Cyprinidae. Os peixes do gênero tal como as Boraras, Microrasboras, Rasbora e Trigonostigma compõe essa nomeclatura concentrada em Rásboras. O gênero Rásbora conta com aproximadamente 70 espécies e é encontrado no Sudeste da Ásia e África.</p>
<p>A grande maioria das rásboras é de tamanho diminuto, porém algumas alcaçam os 10cm de comprimento. Algumas espécies são bastante cobiçadas entre os aquaristas, que frequentemente povoam os aquários com cardumes desses peixes, um exemplo a ser citado é a espécie conhecida por Rásbora Harlequim(<em>Trigonostigma heteromorpha</em>), de beleza bastante peculiar.</p>
<p>Pesquisadores do Sri Lanka após um extenso estudo publicaram um artigo de mapeamento das espécies encontradas na Ilha, e a conta revelou que são cinco espécies presentes na fauna, das cinco, duas são descritas pela primeira vez.</p>
<p>Anjana Silva, Kalana Maduwage e Rohan Pethiyagoda publicaram o resultado da pesquisa no Jornal <em>Ichthyological Exploration of Freshwaters</em>, com as novas espécies de nome <em>R. armitagei e R. naggsi</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/05/rsbora.jpg" rel="lightbox[1365]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1366" title="rsbora" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/05/rsbora.jpg" alt="" width="560" height="239" /></a><em>Um belo exemplar da Rasbora armitagei.</em></p>
<p><span id="more-1365"></span>O nome Rasbora armitagei é uma homenagem prestada ao aquariofilista inglês David Armitage, em reconhecimento aos esforços feitos por ele em sua empreitada para conservação do meio-ambiente em países tropicais incluindo o Sri Lanka.</p>
<p>Encontradas no Rio Kalu na parte Sul do Sri Lanka, ela se difere das demais rásboras por uma proeminente subida da maníbula inferior e uma abertura lateral maior da mesma.</p>
<p>A <em>Rasbora naggsi</em> difere-se das demais por uma listra que se estende até a nadadeira caudal ao longo do corpo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/05/nrasbora.jpg" rel="lightbox[1365]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1367" title="nrasbora" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/05/nrasbora.jpg" alt="" width="560" height="302" /></a><em>A Rasbora naggsi em seu azul/cinza aço</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Para mais informações consulte: <em>Silva, A, K Maduwage and R Pethiyagoda (2010) A review of the genus  Rasbora in Sri Lanka, with description of two new species (Teleostei:  Cyprinidae). Ichthyological Exploration of Freshwaters 21, pp. 27–50.</em></p>
<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.practicalfishkeeping.co.uk/content.php?sid=2846" target="_blank">PFK</a></p>
<img src="http://www.aqualize.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1365&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Novo Killifish é descrito na África!</title>
		<link>http://www.aqualize.com.br/2010/01/novo-killifish-e-descrito-na-africa/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 17:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Aqualize</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fauna]]></category>
		<category><![CDATA[killifish]]></category>
		<category><![CDATA[Nothobranchius kadleci]]></category>

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		<description><![CDATA[O Nothobranchius kadleci é a mais recente descoberta em termos de Killifish, a espécie foi classificada como anual e pode ser encontrada nas vertentes e drenagens dos Rios Save, Gorongose, Pungwe e Zangue, na província ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Nothobranchius kadleci</em> é a mais recente descoberta em termos de <a href="http://gckbr.com/" target="_blank">Killifish</a>, a espécie foi classificada como anual e pode ser encontrada nas vertentes e drenagens dos Rios Save, Gorongose, Pungwe e Zangue, na província de Sofala, região central de Moçambique. O <em>Nothobranchius kadleci</em> é bastante similar a espécie <em>Nothobranchius furzeri</em>, distinguindo-se através da coloração mais avermelhada nas nadadeiras pélvicas e no corpo. O peixe foi descrito pelo ictiologista Martin Reichard, do Instituto de Biologia de Vertebrados da Academia de Ciências da República Tcheca após intensas pesquisas e viagens de coleta no continente Africano.</p>
<p><a href="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/01/NothoKad_001.jpg" rel="lightbox[1008]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1009" title="NothoKad_001" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/01/NothoKad_001.jpg" alt="" width="560" height="372" /></a><span id="more-1008"></span>A distribuição das espécies é aloprática, fenômeno esse também conhecido como especiação geográfica, que acontece quando grandes populações biológicas ficam fisicamente isoladas por uma barreira externa e evolvem isolamento reprodutivo interno (genético), de tal modo que depois da barreira desaparecer, indivíduos das populações já não poderem cruzar.</p>
<p>Por tal evento, as características físicas são mais distintas da espécies já descritas como os <em>Nothobranchius orthonotus</em> e os <em>Nothobranchius rachovii</em>. Um total de 12 populações diferentes de Killifish já foram catalogadas na parte Norte do Rio Save e Sul de Zambezi durante viagens de coleta em Fevereior de 2008 e 2009.</p>
<p><a href="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/01/NothoKad_002.jpg" rel="lightbox[1008]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1010" title="NothoKad_002" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/01/NothoKad_002.jpg" alt="" width="560" height="373" /></a></p>
<p>Para mais informações, consulte o artigo: <em>Nothobranchius kadleci (Cyprinodontiformes: Nothobranchiidae), a new species of annual killifish from central Mozambique</em>.<br />
<strong>MARTIN REICHARD (Czech Republic)</strong></p>
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		<title>Lesma Marinha Verde é parte animal, parte planta.</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 17:21:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Aqualize</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Elysia chlorotica]]></category>

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		<description><![CDATA[A Natureza sempre se mostra versátil em termos de adaptação e evolução, cada vez supreende-nos mais, parafraseando o Imortal Charles Darwin, podemos dizer que &#8220;Na longa história da evolução animal, os que aprenderam a colaborar ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Natureza sempre se mostra versátil em termos de adaptação e evolução, cada vez supreende-nos mais, parafraseando o Imortal Charles Darwin, podemos dizer que <em>&#8220;Na longa história da evolução animal, os que aprenderam a colaborar e improvisar mais efetivamente, prevaleceram.&#8221;</em> Creio que esse seja o caso da espécie em foco nesta notícia.</p>
<p>Verde como uma planta e com o formato de uma folha, a lesma da espécie <em>Elysia chlorotica</em> já era conhecida por se utilizar de meios fotosintéticos retirados de genes de algumas espécies de algas. A novidade da lesma agora é que ela adquiriu tantos genes que se tornou um animal que processa a luz de forma exata as plantas, seguindo o mesmo mecanismo químico dentro do seu corpo animal.</p>
<p><a href="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/01/green_sea_slug.jpg" rel="lightbox[971]"><img class="aligncenter size-full wp-image-972" title="green_sea_slug" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/01/green_sea_slug.jpg" alt="" width="560" height="373" /></a><span id="more-971"></span>A lesma pode produzir a clorofila bruta para sintetizar a energia dos raios solares, ou seja, elas se tornaram organismos foto-sintetizantes, algo mais evoluído do que apenas se utilizar das algas presentes em seu organismo para adquirir a clorofila através delas, a descrição do animal e da sua habilidade foi feita pelo pesquisador da Universidade do Sul da Flórida, Sidney K. Pierce, no 7º Encontro Anual de Biologia Integrada e Comparativa.</p>
<p><em>“Essa pode ser uma fusão entre planta e animal — isso é muito legal,”</em> disse o especialista em invertebrados John Zardus.</p>
<p><a href="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/01/nature08060-f3.2.jpg" rel="lightbox[971]"><img class="aligncenter size-full wp-image-973" title="nature08060-f3.2" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2010/01/nature08060-f3.2.jpg" alt="" width="560" height="672" /></a><em>Imagem capturada através de microscópio eletrônico mostrando as partículas no núcleo do citoplasma das células que &#8220;roubaram&#8221; os cloroplastos das algas para sintetizar a luz. (Imagens produzidas por S. Piece, University of South Florida, Tampa.)</em></p>
<p>Micróbios trocam de  genes facilmente, mas não se acreditava na existência tão evidente de uma troca entre seres multi-celulares. Pierce enfatizou que as lesmas vão bem além dos Corais que abrigam micróbios para sintetizar a luz do Sol. Elas armazenam dentro das próprias células a energia sintetizada para uso próprio, sem a dependência total dos micróbios hospedados em seu organismo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.wired.com/" target="_blank">http://www.wired.com/</a></p>
<img src="http://www.aqualize.com.br/?ak_action=api_record_view&id=971&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Danionella priapus, novo micro-peixe descrito na Índia!</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 12:38:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Aqualize</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Danionella priapus]]></category>
		<category><![CDATA[Zootaxa]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma nova espécie de Ciprinídeo em tamanho miniatura e transparente do gênero Danionella foi descrita em zonas de drenagem do Rio Brahmaputra na parte nordeste da Índia pelo ictiologista inglês  Ralf Britz.
De tamanho diminuto, para ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova espécie de <span>Ciprinídeo em tamanho miniatura e transparente do gênero <em>Danionella</em></span> foi descrita em zonas de drenagem do Rio Brahmaputra na parte nordeste da Índia pelo ictiologista inglês  Ralf Britz.</p>
<p>De tamanho diminuto, para não dizer micro, o <em>Danionella priapus</em> atinge seus vigorosos 16mm de beleza amarelada e transparente, e difere-se dos D. translucida e D. mirifica pelos padrões de cores e números de raios na nadadeira caudal. Há também uma diferença notável em termos de vértebras e esqueleto.</p>
<p><span id="more-778"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-779" title="britz_danionella_priapus" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2009/12/britz_danionella_priapus.jpg" alt="britz_danionella_priapus" width="400" height="275" /><em>Danionella priapus, macho e fêmea respectivamente.</em></p>
<p>O nome Danionella priapus foi escolhido em homenagem a Deus Grego da Fertilidade e da genitália masculina, referência direta a papila genital cônica nos machos, que é remanescente dos pênis típicos dos mamíferos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-780" title="priapusmale" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2009/12/priapusmale.jpg" alt="priapusmale" width="400" height="101" /><em>Danionella priapus, exemplar macho.</em></p>
<p>Para mais informações, veja o artigo <em> Britz, R (2009) Danionella priapus, a new species of miniature cyprinid fish from West Bengal, India (Teleostei: Cypriniformes: Cyprinidae). Zootaxa 2277, pp. 53–60.</em></p>
<img src="http://www.aqualize.com.br/?ak_action=api_record_view&id=778&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Nova Rásbora descrita originária de Bornéu</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 11:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Aqualize</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rásbora patrickyapi]]></category>
		<category><![CDATA[Rásboras]]></category>
		<category><![CDATA[The Raffles Bulletin of Zoology]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma nova variedade de Rásbora originária da parte Sul da Ilha de Bornéu na Ásia foi descrita pelo ictiologista Heok Hui Tan e publicada no Boletim de Zoologia Raffles. A nova espécie, Rásbora patrickyapi, recebeu ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova variedade de Rásbora originária da parte Sul da Ilha de Bornéu na Ásia foi descrita pelo ictiologista Heok Hui Tan e publicada no Boletim de Zoologia Raffles. A nova espécie, <em>Rásbora patrickyapi</em>, recebeu o nome em homenagem ao exportador de peixes e entusiasta Patrick Yap, que forneceu ao pesquisador grande parte das amostras do peixe para a pesquisa e descrição capturados permitindo assim a diferenciação detalhada da espécie de suas espécies próximas, as <em>Rásboras kalochroma</em> e <em>Rásboras einthovenii</em> que se diferem pela cor, linhas laterais e escamas.</p>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_3tKLHPm48Hs/Sq_SHWxRNyI/AAAAAAAANXA/eORL6WnG0yQ/s1600-h/Untitled.jpg" rel="lightbox[401]"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 172px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_3tKLHPm48Hs/Sq_SHWxRNyI/AAAAAAAANXA/eORL6WnG0yQ/s400/Untitled.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381751103544178466" border="0" /></a></p>
<p>A <em>Rásbora patrickyapi</em> é caracterizada pela presença de uma faixa preta sobreposta por uma branca na lateral de seu corpo, barbatanas avermelhadas, toques da cor roxa nas extremidades e um tom de dourado por todo o corpo.</p>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_3tKLHPm48Hs/Sq_SOuHd0FI/AAAAAAAANXI/4CAptcXODmc/s1600-h/Rasbora_pat1.jpg" rel="lightbox[401]"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 88px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_3tKLHPm48Hs/Sq_SOuHd0FI/AAAAAAAANXI/4CAptcXODmc/s400/Rasbora_pat1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381751230070378578" /></a></p>
<p>O seu habitat natural é de terreno pantanoso com a água escura perto de florestas pouco densas. A correnteza das águas habitadas pela <em>Rásbora patrickyapi</em> são de pouca correnteza.</p>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_3tKLHPm48Hs/Sq_SVq1g2VI/AAAAAAAANXQ/pyucyiWlOe4/s1600-h/Habitat_Rasbora.jpg" rel="lightbox[401]"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 334px; height: 223px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_3tKLHPm48Hs/Sq_SVq1g2VI/AAAAAAAANXQ/pyucyiWlOe4/s400/Habitat_Rasbora.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381751349448857938" /></a></p>
<p>Para mais informações, consulte o artigo: <a href="http://rmbr.nus.edu.sg/rbz/biblio/57/57rbz505-509.pdf" target="_blank">Tan, HH (2009) Rasbora patrickyapi, a new species of cyprinid fish from Central Kalimantan, Borneo. The Raffles Bulletin of Zoology 57, pp. 505–509.</a></p>
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		<title>Mini-pleco é descrito por ictiologistas brasileiros!</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 11:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Aqualize</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parotocinclus arandai]]></category>
		<category><![CDATA[Pleco]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma nova espécie de pleco foi descrita por três ictiologistas brasileiros, Luisa Sarmento-Soares, Pablo Lehmann e Ronaldo Martins-Pinheiro, sendo ela a mais nova espécie da família Locariidae. Trata-se do Parotocinclus arandai que ocorre nas bacias ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova espécie de pleco foi descrita por três ictiologistas brasileiros, Luisa Sarmento-Soares, Pablo Lehmann e Ronaldo Martins-Pinheiro, sendo ela a mais nova espécie da família Locariidae. Trata-se do <em>Parotocinclus arandai</em> que ocorre nas bacias do Amazonas e Orinoco, mais especificamente em áreas de drenagem onde a profundidade é notoriamente menor. Encontrado em águas rasas com 0.3m de profundidade, cristalinas e de correnteza média, fundos arenosos ou de cascalho estão presentes nos locais de coleta. A espécie foi batizada seguindo o ictiologista brasileiro Arion Túlio Aranda.</p>
<p><center><img src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2009/09/pleco_aqualize_003.jpg" alt="pleco_aqualize_003" title="pleco_aqualize_003" width="487" height="176" class="aligncenter size-full wp-image-303" /></center><br />
<span id="more-294"></span><br />
<center><img class="aligncenter size-full wp-image-295" title="pleco_aqualize_000" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2009/09/pleco_aqualize_000.jpg" alt="pleco_aqualize_000" width="496" height="133" /></center></p>
<p>O mini-pleco caracteriza-se pela ausência de uma mancha preta triangular nas nadadeiras anteriores e dorsais, ausência de dentes nas mandíbulas superiores e inferiores, ausência de pigmentação nas superfícies ventrais, peitorais e nas nadadeiras pélvicas.</p>
<p><center><img class="aligncenter size-full wp-image-296" title="pleco_aqualize_001" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2009/09/pleco_aqualize_001.jpg" alt="pleco_aqualize_001" width="496" height="215" /></center></p>
<p>Para mais informações, consulte o artigo: Sarmento-Soares, LM, P Lehmann A and RF Martins-Pinheiro (2009) Parotocinclus arandai, a new species of hypoptopomatine catfish (Siluriformes: Loricariidae) from the upper rios Jucurucu and Buranhem, States of Bahia and Minas Gerais, Brazil. Neotropical Ichthyology 7, pp. 191–198.</p>
<p><center><img class="aligncenter size-full wp-image-295" title="pleco_aqualize_000" src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2009/09/pleco_aqualize_000.jpg" alt="pleco_aqualize_000" width="496" height="133" /></center></p>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://www.ufrgs.br/ni/vol7num2/v07n2a09.pdf" target="_blank">Neotropical Ichthyology</a></p>
<img src="http://www.aqualize.com.br/?ak_action=api_record_view&id=294&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Nannostomus Unifasciatus</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 23:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Aqualize</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Nannostomus Unifasciatus]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe-Lápis]]></category>
		<category><![CDATA[Zeppelin]]></category>

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Nome popular: Peixe-Lápis / Zeppelin
Nome científico: Nannostomus unifasciatus
Família: Lebiasinidae
Origem: Bacia do Rio Amazonas.
Biótopo: Rio Amazonas e afluentes.
Sociabilidade: Cardume
pH: 5.5 &#8211; 7.0
gH: 0-5
kH: 0-5
Temperatura: 24°C – 29ºC
Tamanho adulto: 6cm aproximadamente.
Alimentação:
Os peixes-lápis são onívoros, comem larvas de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2009/09/nanno.jpg" alt="nanno" title="nanno" width="500" height="357" class="aligncenter size-full wp-image-287" /></center></p>
<p><center><img src="http://www.aqualize.com.br/wp-content/uploads/2009/09/nanno1.jpg" alt="nanno1" title="nanno1" width="500" height="357" class="aligncenter size-full wp-image-286" /></center></p>
<p><strong>Nome popular:</strong> Peixe-Lápis / Zeppelin<br />
<strong>Nome científico:</strong> <em>Nannostomus unifasciatus</em><br />
<strong>Família:</strong> <em>Lebiasinidae</em><br />
<strong>Origem:</strong> Bacia do Rio Amazonas.<br />
<strong>Biótopo:</strong> Rio Amazonas e afluentes.<br />
<strong>Sociabilidade:</strong> Cardume<br />
<strong>pH:</strong> 5.5 &#8211; 7.0<br />
<strong>gH:</strong> 0-5<br />
<strong>kH:</strong> 0-5<br />
<strong>Temperatura:</strong> 24°C – 29ºC<br />
<strong>Tamanho adulto: </strong>6cm aproximadamente.</p>
<p><strong>Alimentação:</strong><br />
Os peixes-lápis são onívoros, comem larvas de inseto, pequenos insetos e pequenos crustáceos na natureza, mas também se alimentam de algas de forma complementar. Vale salientar que o alimento deve ser de tamanho compatível com a sua minúscula boca, aceitam flocos e grãos sem problemas quando ambos são moídos. </p>
<p><strong>Dimorfismo Sexual:</strong><br />
Ambos os sexos atingem o mesmo comprimento, a diferença é que a fêmea geralmente é mais graúda que o macho, com o ventre mais arredondado e gordinho. O macho possui detalhes vermelhos na cauda e na nadadeira anal.<br />
<span id="more-284"></span><br />
<strong><br />
Comportamento:</strong><br />
 É um peixe cardumeiro que vai se sentir mais a vontade em um cadurme com 6 ou mais peixes, se movimenta pela superfície e zona média do aquário, gosta bastante de plantas flutuantes e de superfície como <em>pistias</em> e <em>salvinias</em>, a espécie gosta bastante de se enveredar pelas raízes.<br />
<strong><br />
Reprodução:</strong><br />
 Há pouquíssimos relatos da espécie se reproduzindo em aquário, porém as poucas reproduções de sucesso utilizaram plantas de superfície para que a fêmea deposite os ovos.</p>
<p><strong>Tamanho base do aquário:</strong><br />
Um aquário de 50l é o suficiente para um cardume pequeno, os peixes se acomodarão melhor em aquários com 100l ou mais.</p>
<p><strong>Aqualize™ © 2009 – Todos os direitos reservados.</strong></p>
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